Destinados a se encontrar, pessoas estão ligadas por um fio vermelho invisível amarrado ao dedo. Esse fio se estica, se enrola e até se desgasta, mas nunca se rompe. Ele não acelera encontros nem evita desencontros. Apenas garante que, cedo ou tarde, eles aconteçam. Não importa distancia, tempo ou escolhas feias. O fio puxa. Sempre.
O artigo de hoje foge um pouco do formato habitual do blog. Aqui, apresento um projeto fotográfico que tirei da gaveta recentemente e que acaba de ganhar sua primeira imagem.
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| Modelo: Gabriela Gregio |
O fio vermelho, tradicionalmente usado como metáfora desse elo entre duas pessoas, aparece nesse projeto de forma física. Ele deixa de ser invisível e passa a existir dentro do quadro, tornando explicita a simbologia que carrega.
